Disaster Recovery: Como ele é importante para o seu negócio

O Disater Recovery Plan (DRP), ou em tradução livre Plano de Recuperação de Desastres, é a grande aposta da atualidade para as empresas que querem garantir a recuperação rápida desse tipo de evento e a diminuição dos danos causados pela perda de dados digitais. 

O plano de Disaster Recovery está em voga, pois na era virtual, um dos grandes desafios para qualquer empresa é a gestão adequada na proteção de seus dados digitais.  Assim, ele surge como uma solução para auxiliar a segurança desses dados contra ciberataques e desastres naturais, por exemplo. 

Em poucas palavras, o Disaster Recovery é um plano que conta com um conjunto de estratégias para restaurar perdas de dados causadas por desastres naturais, erros humanos e outros problemas que podem prejudicar todo o trabalho de TI da organização. 

Infelizmente, muitas empresas não acreditam que essas ameaças possam acontecer com elas e, por isso, não se preocupam em investir em uma política de recuperação de dados que, no pior dos cenários, podem ser perdidos definitivamente, causando graves prejuízos financeiros. 

Ainda não está convencido da importância do Disaster Recovery para sua empresa? Confira a seguir como ela pode ser impactada negativamente pelas ameaças à TI.

Principais motivos que levam as empresas a procurarem as soluções de Disaster Recovery

Queda de energia: é um dos riscos mais comuns e pode ser causada tanto por fatores externos quanto internos.  A falta de energia, além de ocasionar atrasos, pode causar a perda de dados dos trabalhos que estavam sendo realizados naquele exato momento, por exemplo. 

Crimes virtuais e roubos: ter uma infraestrutura segura, que proteja o setor de TI contra ciberataques não é barato. Mas, esse tipo de despesa não deve ser considerado como gasto e sim como investimento que evitará prejuízos maiores no futuro. 

Falha de equipamento: os problemas mais comuns são panes no sistema, lentidão e travamento de programas. Quando essas falhas acontecem, as atividades são interrompidas e, como já sabemos, tempo é dinheiro e a perda dele também causa prejuízos aos negócios.

Falha humana: mesmo o profissional mais qualificado não está livre de cometer erros que podem danificar dispositivos ou corromper o sistema. Dessa maneira, todos os empresários precisam estar preparados para essa eventualidade. 

Desastres naturais:  embora não seja corriqueiro, esse tipo de contratempo pode acontecer. E como sabemos, é impossível controlar a força da natureza, mas podemos estimar os danos causados pelos desastres naturais. 

De acordo com o relatório Cyber Handbook de 2019 da Marsh & McLennan Companies, as perdas com desastres naturais representaram US$ 300 bilhões em 2017 para as empresas ao redor do Mundo. 

Essa informação demonstra a importância de se ter um plano de ação para esses momentos de crise.  Saiba agora como aplicar um plano de Disaster Recovery. 

Como criar um plano de disaster recovery na prática 

O plano de Disaster Recovery deve ser elaborado de acordo com as necessidades e características de cada organização. No entanto, há alguns cuidados que devem ser levados em conta. 

Assim, o primeiro passo para a criação de um plano de recuperação de desastres é identificar a causa do problema.  Em seguida, estude todos os possíveis resultados e escolha cada solução de acordo com o nível de gravidade e impacto nas atividades da empresa. 

São vários os formatos de um plano de recuperação, no entanto, alguns pontos são importantes em qualquer plano de Disaster Recovery.  Conheça os principais: 

Organize uma equipe de Recuperação de Dados 

Para que o plano de Disaster Recovery seja executado de maneira eficaz, é necessária a criação de uma equipe capacitada, formada por diferentes expertises da área de TI e de outros setores da empresa, que serão os responsáveis em solucionar os problemas e realizar as ações de gestão de crise previamente planejadas. 

Além da execução dessas tarefas, também é de responsabilidade desta equipe a identificação dos dados perdidos, a melhor forma de recuperá-los e a documentação de todo o processo de aprendizado obtido, garantido dessa forma, uma resolução ainda melhor em futuros casos de desastre.

Faça uma análise da infraestrutura de TI 

Um bom plano de Disaster Recovery deve incluir uma avalição completa e profunda de todo o hardware e software de TI.  Além disso, os contatos de suporte técnico devem estar guardados em um local offline e de fácil acesso. 

Conte com plano de comunicação bem definido 

Geralmente, nas empresas, as principais plataformas de comunicação são o e-mail e o telefone. Infelizmente, essas duas formas de contato podem ser afetadas durante um desastre e ficarem indisponíveis. Desse modo, é necessário ter um plano de comunicação alternativa para entrar em contato com a equipe de funcionários e fornecedores durante a execução do plano de recuperação de desastres. 

Distribuição de funções pré-definidas 

Todo plano de recuperação de desastres deve identificar o colaborador ou equipe responsável por efetuar determinado passo do planejamento. Funções claramente definidas criam um maior comprometimento e evitam que os colabores se dispersem nas tarefas, atrasando o restabelecimento das atividades. 

Invista em tecnologia. Faça backups em nuvem 

Uma alternativa interessante é contar com um serviço terceirizado de backup em nuvem. Muitas empresas já adotaram essa prática como plano de recuperação de desastres, já que a cloud computing oferece a possibilidade de continuar as atividades enquanto os servidores físicos são restabelecidos. 

Disaster Recovery como medida preventiva

O Disaster Recovery é mais do que apenas ações reparadoras, mas um conjunto de medidas preventivas e proativas, e deve ser encarado como uma forma de cuidado contra as perdas e danos de todos os departamentos de uma empresa, e não apenas da área de TI. 

Quando bem implementado, o plano de recuperação de desastres é um coringa para aqueles momentos de falha da política de governança de TI.  E se o Disaster Recovery estiver articulado com o backup em nuvem, por exemplo, tornará o ambiente de trabalho mais eficaz, diminuindo os riscos de prejuízos financeiros para a organização.

Quer saber mais sobre Disaster Recovery e todas os benefícios que ele pode trazer para sua empresa? Entre em contato com um de nossos consultores e saiba como poderemos ajudar a sua empresa a enfrentar qualquer contratempo na área de TI.

6 Benefícios que o outsourcing de TI traz para o seu negócio

O serviço de outsourcing de TI é o ato de se terceirizar a gestão e o controle dos sistemas da área da tecnologia da informação de uma empresa. Trata-se de uma prática que está se tornando cada vez mais popular no mundo dos negócios hoje em dia.

Por ser um serviço no qual se contrata outra empresa para cuidar de certas tarefas e processos de TI, em vez de contratar ou designar funcionários internos, ele pode ajudar sua companhia a crescer e economizar dinheiro quando feito corretamente e pelos motivos certos.

Além disso, o outsourcing de TI oferece diversas outras vantagens para o seu negócio. Abaixo, separamos quais são elas, para que você entenda os motivos de se terceirizar seus processos de Tecnologia da Informação agora mesmo!

1. O outsourcing de TI permite que você se concentre no core business do seu negócio

As operações de back office de uma empresa tendem a se expandir durante períodos de rápido crescimento. Assim, uma expansão como essa pode começar a consumir seus recursos humanos e financeiros às custas das principais atividades que tornaram sua empresa bem-sucedida em um mercado tão acirrado. 

Felizmente, o outsourcing de TI permite que você volte a concentrar seus recursos internos nas atividades que tornam a sua empresa lucrativa sem sacrificar a qualidade de seus produtos ou serviços ofertados.

2. O outsourcing de TI permite economizar custos

Qualquer empresa precisa de recursos de servidores dedicados para o acesso a pastas e informações compartilhadas entre os colaboradores, por exemplo.

Sabemos que servidores como esses são realmente caros e propensos a problemas. Esse é apenas um exemplo, mas uma alternativa nesse caso é terceirizar a gestão da infraestrutura e obter acesso a servidores em nuvem, pagando apenas uma fração do que precisaria para instalá-los localmente. Isso fará com que você economize ainda mais!

Além disso, quando você terceiriza, seus custos de TI fixos se tornam mais flexíveis, já que que você só paga pelo que você utiliza, reduzindo seu orçamento global no final do mês. 

Terceirizar seus trabalhos de TI também diminui os custos de mão de obra. Isso ocorre, pois, empregar e instruir uma equipe de TI interna são práticas caras. Com a terceirização, todo o trabalho é feito pela empresa contratada e, portanto, sem a necessidade de haver pessoal adicional local em sua companhia.

3. O outsourcing de TI promove eficiência

Quando você tem uma equipe interna, muitas vezes, ela pode ter dificuldade com o volume de demanda que precisa ser entregue diariamente. Ou seja, em certos casos, o desempenho dos colaboradores pode diminuir pela quantidade de tarefas, dificultando o trabalho da equipe como um todo.

Dessa maneira, terceirizar algumas partes da área de TI, como a gestão de infraestrutura, por exemplo, evita gargalos no setor interno, o que auxilia a equipe local a focar os esforços em processos mais estratégicos, aumentando a eficiência para que ela preste um serviço de mais qualidade em suas atividades. Além disso, as chances de outras demandas serem finalizadas no prazo aumentam consideravelmente.

4. O outsourcing de TI aumenta o nível segurança para o seu negócio

Todo investimento empresarial apresenta diversos riscos. Concorrência mercados, leis, condições financeiras e tecnologias mudam em uma velocidade muito grande.

Por um lado, os provedores de terceirização assumem e gerenciam grande parte desse risco para a sua empresa, com conhecimento específico da área,  especialmente em quesitos de segurança e conformidade. Eles são mais eficientes em decidir como evitar riscos em áreas em que são especialistas.

Além disso, períodos de alta rotatividade de funcionários podem dar incerteza e inconsistência a um negócio. O outsourcing de TI fornece um nível de continuidade para a empresa, reduzindo o risco que um nível de operação abaixo do padrão pode trazer.

5. O outsourcing de TI permite desenvolver seu pessoal interno

Um grande projeto pode exigir habilidades que sua equipe simplesmente não possui no momento. A terceirização do projeto no local permite que seu pessoal trabalhe ao lado deles para adquirir um novo conjunto de habilidades.

Por exemplo, quando uma empresa precisa embarcar em um projeto de atualização de uma variedade de softwares personalizados, mas a equipe não possui as habilidades necessárias para projetar essas ferramentas atualizadas, terceirizar o projeto e exigir que a contratada trabalhe no local permite que o pessoal aprenda e aperfeiçoe suas próprias habilidades.

6. O outsourcing de TI melhor a performance e suporte

Uma pequena equipe de funcionários não possui os recursos (experiência, habilidade, flexibilidade e tempo) para competir com empresas de serviços de TI. 

Esses recursos citados acima são vitais para manter hardware e software essenciais para o seu negócio rodando perfeitamente. Felizmente, os profissionais terceirizados de TI são engenhosos e eficientes no ajuste de seus recursos de TI, auxiliando em um ótimo desempenho sob todas as condições.

Prestadores de outsourcing de TI fornecem serviço e suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo a comunicação entre a empresa e os clientes sempre que for necessário. 

Gostou de aprender mais sobre o outsourcing de TI? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo a gerenciar a sua TI.

A importância da auditoria de governança de TI

A governança de TI ajuda muitas empresas a atingirem seu ápice de eficiência, alinhando processos com a visão estratégica do negócio. Porém, alcançar esse patamar de desempenho ainda é um grande desafio no mercado.

Afinal, o que está faltando para que as empresas evoluam nesse quesito? Talvez, a reavaliação constante do seu trato com o setor de TI e os critérios que regem a governança nessa área.

Nesse caso, o primeiro fato que gestores e empresários devem se atentar é que: a relação da TI com outros setores da empresa mudou muito nos últimos anos.

Antes, víamos a TI como um mero setor-instrumento, facilitador de atividades operacionais. No entanto, agora, ela é um verdadeiro diferencial estratégico para as companhias. Um ativo importante, que contribui para melhores resultados e para o crescimento do negócio.

Não por menos, o planejamento estratégico “comum” nas empresas já não parte exclusivamente de CEOs, diretores e gerentes, por exemplo. Ao contrário, segundo estudo da Gartner, ela é baseada na estratégia de negócios da TI.

Por quê?

A modernização e a avalanche digital dos setores obrigaram a área de TI a passar por uma escalada — e seus gestores a serem mais do que apenas suporte. Atualmente, eles devem ser mais atuantes dentro do aspecto estratégico do negócio.

Foi aí que o conceito de governança de TI nasceu: aproveitar o potencial tecnológico da empresa para obter maior capacidade de ação. Com o planejamento correto e a integração dos setores à área de TI, é possível alcançar as metas e identificar pontos de melhoria dentro de toda a operação.

Porém, esse é um processo complicado e repleto de camadas. Uma ideia, ação ou execução errada pode desestabilizar toda estratégia e levar a empresa para um caminho um tanto caótico, de retrabalhos e dores de cabeça para os gestores.

A governança de TI é uma excelente forma de gestão, mas acima de tudo, precisa de auditoria para que continue trazendo os melhores resultados.

Governança de TI: o que é?

“Gestão” é uma palavra complicada. Essencialmente é profunda, cheia de aplicações.

Ela diz respeito ao modus operandi da empresa, mas também à filosofia por trás disso. Trata-se de quais objetivos a sua empresa traçou e de como ela vai agir para alcançá-los.

É por isso que no ambiente corporativo, a gestão é tão importante e pode mudar tanto de empresa para empresa.

A governança de TI é um tipo de gestão. Seu objetivo é alinhar o setor tecnológico da empresa com as metas estratégicas definidas, utilizando de todo seu potencial para alcançá-las.

Ou seja, na governança de TI, os objetivos da empresa guiam as ações de todo o setor. Regras, políticas, ferramentas tecnológicas e processos devem servir à uma estratégia definida da organização.

Como a governança de TI auxilia os negócios

De forma escalável, a governança de TI busca alinhar a empresa com os passos da transformação digital, inovação, melhorias, possibilidade de novos investimentos. Toda a estratégia é realizada através dos ativos tecnológicas disponíveis.

Assim, todas as equipes terão condições de melhorar seu desempenho com uso de ferramentas digitais que apresentam muito mais profundidade que apenas o uso operacional, além de maior segurança e precisão na utilização dos recursos disponíveis.

Além disso, com um PDTI (Plano Diretor de Tecnologia e Informação, documento que detalha as ações práticas de TI a serem tomadas para que a empresa esteja de acordo com a estratégia de governança) em mãos, a empresa já pode concretizar sua nova forma de gestão. 

O PDTI é uma ferramenta que auxilia a organização a formular a sua estratégia de TI, além de explicar como o setor ajudará o negócio a ser bem-sucedido. Para isso, ele descreve todas as áreas nas quais a TI poderá contribuir e os setores que podem ter vantagens operacionais ao fazer o melhor uso dos recursos de tecnologia.

Com ele, cada ação deve prezar pelo alinhamento estratégico da empresa e buscar melhorias em toda a operação, agregando valor a cada processo.

Com a utilização de ferramentas digitais, é possível realizar uma mensuração de desempenho completa, que dá uma visão ampla da efetividade de cada equipe, além de insights valiosos de como otimizar os processos.

Auditoria: essencial para a governança de TI

A auditoria é um processo crucial para o sucesso da governança de TI.

Como a estratégia de gestão é tão comprometida com os objetivos da empresa, é preciso assegurar que os processos e ações tomadas estejam de fato seguindo esse caminho.

Dessa forma, realizar a auditoria recorrente em cima da sua governança de TI tende a tornar a medida ainda mais eficiente.

Destrinchando os processos gerenciais, a equipe de auditoria será capaz de entender como os procedimentos estão sendo tocados, qual o mindset por trás de cada execução e se o setor de TI possui comprometimento necessário com o que foi definido pela diretoria.

Além disso, uma auditoria trabalha pontos essenciais referentes a como a empresa está lidando com a Segurança da Informação, tema tão importante (e urgente) no mercado atual.

Seguindo padrões e regulamentações internacionais, como a ISO 20000, o processo de auditoria é realizado seguindo alguns passos principais. Dessa forma, ele se estende por toda gestão:

  • Avaliação de processos

Toda rotina de atividades e o planejamento serão observados, identificando se há ou não um uso inteligente de recursos. O objetivo é buscar falhas, brechas e pontos de melhoria, além de entender como os processos da TI estão interligados com o restante da empresa.

  • Análise das informações

Com os pontos relevantes em mãos, a equipe de auditoria da governança de TI poderá sugerir ações e estratégias de mudança para que a empresa siga no caminho correto. 

  • Identificação de benefícios

Agora, a equipe de auditoria também pode sugerir recursos inovadores para serem aplicados à operação. Normalmente, tais ferramentas otimizam alguma parte do trabalho, beneficiando a empresa em relação à custos e qualidade do serviço.

Dessa forma, sua empresa acerta precisamente na estratégia de governança de TI e passa a ser reconhecida pelo mercado, clientes e parceiros.

É uma forma de se utilizar da tecnologia e seus recursos para promover uma gestão transparente, moderna e que compactue com o crescimento escalável do negócio.

Para mais conteúdos sobre TI e o mundo da tecnologia, continue de olho em nosso blog ou marque uma reunião para saber como podemos fazer para ajudá-lo com a auditoria de sua área de tecnologia.

Segurança de dados: A solução para a sua empresa pode estar no Cloud Computing

Como sua empresa está se posicionando em relação à segurança de dados?

Nos últimos anos, o assunto entrou na pauta de reuniões empresariais, de jornais e mesmo em discussões do setor público. O motivo era um: é necessário repensar a forma que empresas protegem seus dados.

Considerados por muitos como um dos ativos mais valiosos das empresas, os dados deixaram de ser um mero complemento ou apenas uma informação de contato.

Graças à sua profundidade, eles assumiram a dianteira dos planejamentos estratégicos, norteando a forma com que não apenas o marketing age, mas o próprio core de uma empresa. Ou seja, os dados passaram a redefinir linhas inteiras de produtos e serviços.

Isso só prova como os dados são importantes para as operações de empresas hoje em dia — e não apenas aquelas com soluções digitais. Companhias tradicionais encontraram nos dados novas formas de conduzir seus negócios e sua comunicação.

É por isso que a segurança de dados é essencial para as companhias atualmente, protegendo a reputação como um todo e não apenas a área de TI. Relegar essa questão pode ser um grande tiro no pé, como mostram alguns exemplos:

Além do famoso ocorrido do Facebook com a Cambridge Analytica, outros casos recentes chamam a atenção, como o Google+.

A rede social do Google já havia sofrido com falhas de segurança de dados anteriores. No entanto, a última foi a responsável por adiantar o fim da rede social: dados pessoais de mais de 52,2 milhões de usuários foram expostos.

Dados pessoais, sensíveis e empresariais podem ser roubados sequestrados por hackers e programas maliciosos. Em alguns casos, até valores de resgate são exigidos. Então, como lidar com essa questão e garantir a segurança de dados de sua empresa? É o que contaremos a seguir nesse artigo.

Porque a nuvem é mais segura

A solução cloud vem se popularizando entre as empresas que buscam mais disponibilidade e escalabilidade da sua rede, além da proteção para seus dados, já que é um dos meios de armazenamento mais seguros atualmente.

Além disso, a nuvem é um tipo de infraestrutura que exige pouquíssimo uso de hardware e equipamento físico por parte da contratante do serviço.

Ao contrário, os provedores oferecem pacotes específicos para as necessidades da empresa, guardando arquivos e informações sensíveis em um local acessível pela internet, através de qualquer dispositivo conectado.

Diferente de um hardware físico em um negócio, que está sujeito a desastres e ações maliciosas humanas, a nuvem conta com mais recursos de segurança. Os provedores tomam o cuidado de replicar as informações em diferentes servidores, além de realizar backups periodicamente. Esses procedimentos garantem que os dados fiquem a salvo, mesmo em caso de um ataque ou desastre natural.

Outra característica é a possibilidade de se estabelecer níveis hierárquicos de acessos aos arquivos. Assim, apenas os usuários da mais alta confiança podem abri-los e editá-los.

Outro ponto a se lembrar é que a nuvem é constantemente atualizada pelos seus provedores e desenvolvedores. Várias camadas de segurança são integradas ao sistema, colocando a solução sempre um passo à frente de hackers e programas maliciosos.

Certificados de segurança: como funciona e quais as suas diferenças

Mesmo com as ações de desenvolvedores, há outras soluções voltadas a garantir a segurança de dados digitais. Os certificados de segurança são uma delas.

Eles não são novidades no Brasil, que conta com a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira desde 2001. A instituição descreve um conjunto específicos de normas, regulamentos e padrões sobre o tipo de criptografia que permite emitir e utilizar os certificados digitais no país.

Existem diversos tipos de certificados digitais que asseguram diferentes níveis de proteção. Assim, você pode assinar documentos e proteger dados específicos sem correr riscos secundários.

Em relação ao nível de segurança, a ICP descreve dois tipos de certificados:

  • O A1, com proteção mais simples e acessíveis via login e senha no computador do usuário.
  • O A3/S3/T3, possuem maior nível de proteção e validade de até 5 anos, e podem ser armazenadas em dispositivos criptográficos móveis, como smart card ou tokens. Também podem ser acessados na nuvem.

A aplicação dos certificados digitais também é dividida quanto ao seu uso específico:

  • Tipo A: Assinatura digital.
  • Tipo S: Sigilo e Confidencialidade, usado para conferir sigilo a qualquer tipo de transação.
  • Tipo T: Timestamp ou Carimbo de Tempo, usado para evidenciar que certa informação existia em um determinado período. Por exemplo: este certificado assegura a versão final de um contrato, impedindo que mudanças sejam feitas.

Microsoft Trust Center: os quatro pilares de segurança

A Microsoft é uma das principais empresas de tecnologia do mundo — e que também atua no setor de cloud computing. Sua plataforma, a Microsoft Azure, oferece toda uma infraestrutura cloud para que ela não apenas armazene dados, mas realize toda sua operação diária.

E tudo isso é assegurado pelo Microsoft Trust Center.

O provedor garante uma série de benefícios para quem utiliza seu serviço. O intuito é ajudar as empresas a gerenciarem seus recursos, sua segurança de dados, privacidade e compliance.

O Microsoft Trust Center funciona sob quatro princípios:

Segurança: Investimento e monitoramento constantes em relação à segurança de dados de seus clientes.

Privacidade: A plataforma oferece a você o controle dos seus dados, enquanto garante que nenhuma outra parte possa acessá-la.

  • Compliance: A Microsoft possui a maior cobertura de conformidade da indústria, seguindo mais de 70 regulações do mundo inteiro, incluindo a GDPR europeia.
  • Transparência: A plataforma mostra como a Microsoft protege seus dados, o que ela faz com eles, como ela faz e qual o nível de controle que os clientes possuem.

Portanto, contar com uma empresa parceira para gerenciar sua infraestrutura de cloud computing que seja certificada nas soluções da Microsoft Azure é um passo em direção a uma gestão transparente e 100% segura!

A segurança de dados é uma parte fundamental da operação da sua empresa. Não apenas para o presente, mas especialmente para o futuro. Possuir uma solução robusta na nuvem lhe dará as ferramentas para crescer mais rápido e colher melhores resultados.

Quer buscar o mesmo para sua empresa? Converse com nossos consultores especialistas e nos deixe encontrar a solução que mais se adequa às suas necessidades!

Gestão da Nuvem: A importância após a jornada

jornada para a cloud computing é um movimento que se torna cada vez mais comum nas empresas. Em busca de redução de custos, disponibilidade e segurança, gestores apostam suas fichas na solução digital que dispensa hardwares robustos nas empresas ou a instalação de softwares. Tudo é feito pela rede.

Antes de realizar a sua jornada para a cloud computing, muitos pontos são levados em conta no planejamento: o diagnóstico, a definição de estratégia e roadmap de migração, as oportunidades de melhoria e, finalmente, a migração em si.

Se todas forem executadas com eficiência, o resultado a se esperar é uma migração de servidores que impacte positivamente na rotina produtiva.

Porém, isso só é possível com uma estratégia de gestão da nuvem.

Com esse cuidado, sua empresa estará preparada para oferecer um ambiente de cloud computing que potencialize o dia a dia dos seus funcionários, facilitando as operações das tarefas mais simples às mais complicadas.

A correta gestão da nuvem ainda ajuda sua empresa a economizar: com a estratégia ideal, você só gasta aquilo que usa (seja um software, ou seja o banco de dados), sem se preocupar com licenças ou limites de dimensionamento de rede.

Assim, sua empresa foca na produtividade, conquista uma vantagem competitiva muito importante e se torna verdadeiramente escalável, pronta para crescer e melhorar os resultados.

Gestão da nuvem: como fazer

Atingir ótimos resultados com sua gestão da nuvem é uma tarefa que precisa de cuidado e expertise. Um passo errado pode custar muito caro e dificultar o cenário em breve.

E qual a melhor maneira de conduzir esse processo? Explicamos:

1.     É hora de planejar: quais as necessidades da sua empresa?

A escolha do tipo de armazenamento definirá vários pontos de sua estratégia, como a escalabilidade.

Por isso, é preciso avaliar sua situação e suas necessidades antes de escolher um dos tipos de armazenamento na nuvem. Hoje em dia, são três as tecnologias cloud mais famosas: pública, privada e híbrida.

Com a nuvem pública, você terá toda a estrutura ao seu dispor por um preço acessível. Nesta opção, é o provedor que gerencia e realiza a manutenção do sistema.

Já com a nuvem privada, a estrutura é terceirizada por uma empresa especialista, que também fornece maior controle e segurança para sua empresa.

A opção híbrida é escolhida em casos únicos, no qual uma junção das duas tecnologias descritas acima ajuda a melhorar questões e funções específicas dentro de uma empresa.

2.     Quais provedores de serviço atendem suas requisições?

Após entender qual tipo de armazenamento mais se encaixa na sua estratégia de cloud computing, você deverá buscar uma opção entre os provedores de serviço na nuvem.

São várias as empresas que fornecem esse serviço, no entanto, nem todas são iguais. Sua expertise e certificação muda de player para player.

Busque com parceiros ou em avaliações na internet por feedbacks construtivos que o ajudem a entender qual empresa lhe trará os maiores benefícios.

3.     O provedor de serviço escolhido possui SLA?

Uma questão importante de ressaltar é o Acordo de Nível de Serviço (SLA, ou Service Level Agreement em inglês).

Esse termo serve para definir os deveres e direitos da relação entre empresa contratante e a contratada, especificando o nível e desempenho de entregas, monitoramento, segurança, suporte e diversos outros pontos.

Esse acordo é uma garantia que seu serviço de nuvem será o mais eficiente possível.

4.     Sua equipe está preparada?

Com o provedor de serviço de cloud computing escolhido, é hora de preparar seu time para realizar a gestão da nuvem.

Todos os funcionários devem entender como a nova solução de armazenamento funciona e como ela afetará os processos, desde um simples acesso a um arquivo até mesmo o uso de um software.

Além disso, deixe bem claro quais os canais de suporte contatar.

5.     Facilite tudo isso: terceirize sua gestão da nuvem

Uma saída mais rápida para todo esse processo de escolha é a terceirização da sua gestão da nuvem.

Ao contar com uma parceira especializada e certificada, você terá à disposição uma equipe de ponta atuando por trás dos processos de gestão, garantindo máxima entrega, disponibilidade e segurança para seu ambiente de rede.

Ao mesmo tempo, sua equipe de TI ganha mais espaço para trabalhar em funções estratégicas da empresa.

O resultado é um ecossistema tecnológico movido por resultados e máxima eficiência.

Gestão On Premise ou Gestão Cloud?

Uma questão bem comum na mente dos gestores é essa acima. Servidores On Premise ainda possuem espaço no mercado, mas o cloud vem conquistando (e aumentando) sua fatia. Mas afinal, qual a diferença?

Gestão de Servidores On Premise

No On Premise, são utilizados equipamentos e infraestrutura física, com hardwares específicos e dimensionados exatamente para a necessidade da sua empresa, o que representa uma vantagem.

No entanto, a desvantagem está nos custos: a implementação custa mais caro (pois necessita de espaço e ainda há os gastos com energia). A manutenção também costuma pesar no bolso.

Ele também pode ser terceirizado.

Gestão de Servidores Cloud

Nesta modalidade, toda infraestrutura pode ser contratada e acessada via internet pelos mais diversos dispositivos, como computadores, notebooks, smartphones, tablets etc.

A manutenção é realizada pela empresa provedora do serviço, assim como toda parte de licenciamento.

O investimento inicial pode ser consideravelmente menor e mesmo com as mensalidades, o uso dessa solução compensa, pois os provedores cobram apenas pelo espaço e softwares utilizados.

Microsoft Azure: um aliado para a gestão na Nuvem da sua empresa

O Microsoft Azure é o serviço oferecido pela gigante americana do setor tecnológico que reúne uma imensa variedade de soluções na nuvem.

A plataforma permite que sua empresa conte com uma vasta infraestrutura de cloud computing, além de disponibilizar softwares e ferramentas para que sua operação aconteça de forma eficiente.

Assim, com o Microsoft Azure, é possível concretizar a melhor estratégia de gestão da nuvem, centralizando as tarefas dentro da plataforma e ganhando em tempo, eficiência e resultados.

Quer aprender mais sobre como realizar uma boa gestão da nuvem com uma empresa especializada no assunto? É só falar com nossos consultores!

Para mais conteúdos sobre gestão de cloud computing e assuntos relacionados, fique ligado em nosso blog!

Como realizar o monitoramento de máquinas virtuais através do Azure Monitor

O Azure Monitor para máquinas virtuais (VMs) permite realizar o monitoramento de VMs na plataforma Azure. Através dessa ferramenta, é possível analisar todo o desempenho e a integridade de máquinas virtuais no Windows e no Linux, não importando se elas estão hospedadas em uma rede local ou em um provedor cloud.

Além disso, o Azure Monitor pode identificar problemas de rede, incluindo gargalos de desempenho e erros no sistema operacional da máquina virtual, por exemplo.

Azure Monitor: uma visão geral do produto 

Para você entender mais a respeito dessa ferramenta, preparamos o vídeo a seguir. Nele, mostramos como funciona esse monitoramento de máquinas virtuais. Traremos uma visão geral da plataforma e demonstraremos o seu uso na prática, incluindo todos os passos para configurar e monitorar as máquinas virtuais armazenadas no Azure.

Ficou animado com as possibilidades que o Azure Monitor oferece para a sua rede de máquinas virtuais? Entre em contato com a nossa equipe, que teremos o prazer em esclarecer as dúvidas que você ainda pode ter e explicar mais a fundo como essa ferramenta poderá ajudar nas suas estratégias de negócio.

LGPD: Como a lei geral de proteção de dados impacta a ti?

O uso de dados pessoais pelas empresas na era da internet é uma preocupação crescente em todo o mundo. Pensando em garantir mais transparência e segurança legal para os usuários e para os negócios, foi promulgada no Brasil a LGDP, uma Lei Geral de Proteção de Dados.

LEI Nº 13.709 de 14 de agosto de 2018 estabeleceu um prazo de 18 meses para as empresas se adaptarem. Isso quer dizer que todos os negócios devem estar em conformidade com a LGPD até fevereiro de 2020. Ainda não sabe como a LGPD vai impactar a TI e a sua empresa? Entenda agora mesmo!

O que é a LGPD

A LGPD foi inspirada na lei europeia de proteção de dados, a General Data Protection Regulation (GDPR), que entrou em vigor em 2018. É uma legislação que visa garantir a proteção de dados pessoais do consumidor, tais como nome, endereço, e-mail, localização, IP, entre outros.

Além de resguardar o direito à privacidade, a LGPD define regras mais claras sobre as responsabilidades das empresas. Com isso, os negócios se tornam mais transparentes e têm potencial para ganhar a confiança do consumidor.

Com a LGPD, o Brasil passa a fazer parte de um pequeno grupo de países que contam com uma legislação desse tipo. Isso é bom para a imagem do país e traz mais confiabilidade para os sites e aplicativos desenvolvidos e hospedados aqui.

O que muda com a nova lei

Veja alguns dos principais pontos abordados pela LGPD.

Partes envolvidas

A LGPD determina quatro partes envolvidas na coleta e uso de dados. A primeira é o titular, ou seja, a pessoa a quem os dados pertencem. A segunda é o controlador, isto é, a pessoa física ou jurídica que coleta as informações e decide como será feito o tratamento dos dados.

Existe, ainda, o operador, que é uma pessoa ou empresa que processa esses dados em nome do controlador. Por fim, o encarregado é uma pessoa física que precisa ser indicada pelo controlador para atuar como um canal de comunicação entre as partes envolvidas e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Definição de dados pessoais

A LGPD define dados pessoais como quaisquer informações que possam identificar uma pessoa. Por exemplo, com a utilização de uma data de nascimento e de um endereço já é possível identificar alguém. Por isso, esses dados são considerados relevantes para a proteção da privacidade.

Criação do conceito de dados sensíveis

Passam a ser considerados dados sensíveis informações de natureza racial ou étnica, religiosa, política, filiação a sindicatos ou a organizações religiosas, além de dados biométricos, genéticos ou referentes à saúde ou à vida sexual.

Regras para tratamento das informações

A LGPD determina que os dados só podem ser coletados com o consentimento explícito do titular, que deve ser informado sobre como eles serão tratados e utilizados. Além disso, é preciso garantir ao usuário a possibilidade de retirar as permissões a qualquer momento, de forma clara e desburocratizada.

Punição para uso indevido de dados

A LGPD também prevê advertência, multa e até sanções para empresas que descumprirem as determinações. A multa por infração é de até 2% do faturamento da empresa, limitada a cinquenta milhões de reais. Além disso, pode haver publicidade sobre a infração, afetando negativamente a imagem do negócio.

Como a LGPD impacta a TI de um negócio

Obviamente, a tecnologia é o objeto central da LGPD e o time de TI deve liderar o processo de adaptação à nova lei. Esse procedimento provavelmente vai demandar um investimento adicional, mesmo que temporário.

Agora, os donos dos dados precisam saber exatamente para que eles estão sendo utilizados. Por isso, a TI deve avaliar junto com cada setor da empresa quais dados estão sendo coletados e armazenados e por que eles precisam ser mantidos pela empresa.

A segurança da informação se torna ainda mais relevante. Todos os dados devem ser protegidos por camadas adicionais de segurança, já que um vazamento pode ser desastroso para o negócio.

Será preciso rever todos os contratos com fornecedores para se certificar que eles também estão de acordo com a LGPD. Ainda, será necessário revisar as políticas de uso de dados e informar a todos os clientes, colaboradores e fornecedores sobre as mudanças realizadas.

Vale lembrar que a LGPD trata não apenas da proteção de dados entre empresas e clientes. O uso de dados de colaboradores pelo RH, por exemplo, também deve se enquadrar nas exigências da lei. Por isso, será necessária uma revisão completa de todos os procedimentos da empresa.

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